USINAGEM DE PLÁSTICO DE ENGENHARIA

A usinagem de plástico de engenharia trabalha com materiais que podem ter um tratamento realizado por fresas, cortes, furos, retíficas e polimentos. Esse é ainda serviço de corte mecânico de polímero orgânico sintético conforme normas técnicas para uso de ligas de metal ou de plástico de rendimento secundário.

O PAPEL DA USINAGEM DE PLÁSTICO DE ENGENHARIA

A usinagem de plástico de engenharia faz uso de materiais de maior maciez do que os elementos metálicos, que, apesar disso, não são facilmente usinados. O excesso da tensão do processo de usinagem pode ocasionar eventuais trincas na unidade ou a retenção de elevadas tensões em seu interior. 

Para que se possa realizar a usinagem de plástico de engenharia, é importante que saiba o modo exato que os pontos deverão ser trabalhados, uma vez que o trabalho com plásticos é totalmente diferente do serviço que é desempenhado com os elementos metálicos. Pois, o plástico é mau condutor de energia térmica, portanto, esta energia gerada no atrito dos utensílios com o polímero orgânico sintético durante a usinagem será lentamente perdida.  

As ferramentas utilizadas na usinagem de plástico de engenharia necessitam de verificação, boa afiação e um adequado modo de remoção de aparas. Por isso, é importante que se use uma adequada angulação de saída, a partir do zero ou de uma unidade negativa para que se obtenha acabamento de qualidade. 

A usinagem de plástico de engenharia utiliza os mesmos elementos da usinagem do aço, porém, em caso do uso de utensílios com fibra de vidro, é importante a utilização de ferramentas carbonetadas. Esse processo ainda deve utilizar baixa rotação com utensílios afiados para resultados em unidades mecanizadas sem tensão. 

Não se aconselha o uso de ferramentas já utilizadas na usinagem de metais, pois as peças de composição plástica devem ter um pré-aquecimento antes de sua usinagem. Por fim, para que a usinagem de plástico de engenharia tenha total eficiência, é fundamental resfriar as peças com jato de ar frio ou banhos em solução de até 20% de óleo solúvel em água, para que se reduzam as possíveis repercussões do superaquecimento dos elementos envolvido.